
Alexandre Manuel Vahía de Castro O'Neill mais conhecido por Alexandre O’Neill. Nasceu em Lisboa a 19 de Dezembro de 1924 e morreu a 21 de Agosto de 1986. O’Neill começou a publicar os seus primeiros versos com 17 anos, foi um dos fundadores do Movimento Surrealista de Lisboa. É nesta corrente que publica a sua primeira obra, o volume de colagens A Ampola Miraculosa, mas o grupo rapidamente se desdobra e acaba. As influências surrealistas permanecem visíveis nas obras dele, que além dos livros de poesia incluem prosa, discos de poesia, traduções e antologias. Não conseguindo viver apenas da sua arte, o autor alargou a sua acção à publicidade. É da sua autoria o lema publicitário «Há mar e mar, há ir e voltar». Foi várias vezes preso pela PIDE.
Obras
Poesias:
1948 – A Ampola Miraculosa, Lisboa, Cadernos Surrealistas.
1951 – Tempo de Fantasmas, Cadernos de Poesia, nº11.
Antologias feitas na vida:
1974 – No Reino da Dinamarca – Obra Poética, 3.ª edição, revista e aumentada, Lisboa, Guimarães.
1981 – Poesias, Completas, Lisboa, Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 1982.
Prosa:
1970 - As Andorinhas Não Têm Restaurante, Lisboa, Dom Quixote.
Obras
Poesias:
1948 – A Ampola Miraculosa, Lisboa, Cadernos Surrealistas.
1951 – Tempo de Fantasmas, Cadernos de Poesia, nº11.
Antologias feitas na vida:
1974 – No Reino da Dinamarca – Obra Poética, 3.ª edição, revista e aumentada, Lisboa, Guimarães.
1981 – Poesias, Completas, Lisboa, Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 1982.
Prosa:
1970 - As Andorinhas Não Têm Restaurante, Lisboa, Dom Quixote.